O teste de Y-DNA é outra ferramenta auxiliar no trabalho do genealogista contemporâneo. Ele vem ao nosso socorro quando as pistas documentais se tornam menos disponíveis. Se você se recorda das aulas de Biologia, sabe que o Y-DNA é herdado apenas pelo lado paterno, mas, para entender como isso se dá e que tipo de uso se faz dele na genealogia genética, é preciso relembrar algumas coisas das tais aulas e ir um pouco além. Como já abordei boa parte desse conteúdo em um texto anterior que você pode ter lido, talvez você queria ir direto ao que interessa.
Autor: José Araújo
Fidelidade
Um genealogista não deveria buscar méritos em diatribes políticas. Exceto, claro, quando o alvo de suas investigações teve algum envolvimento na política de sua época e – especialmente – quando o pensamento crítico desse alvo parece trazer alguma reflexão para as discussões do momento em que vive o genealogista.
Abreviaturas
Talvez por se verem assoberbados, talvez por comodidade, certamente por costume, os párocos usavam muitas abreviaturas no registro dos assentos de batismo, casamento e óbito. A quantidade de abreviaturas variava bastante, e dentro de um mesmo livro de registros é possível encontrar textos perfeitamente compreensíveis e outros que demandam algum tempo para serem decifrados.
Gerações
Uma estratégia bastante usada para encontrar os assentos paroquiais é seguir a regra dos 25. Segundo essa regra, cada geração se separaria das outras por um intervalo de 25 anos. Assim, imaginemos o caso em que temos uma certidão de casamento de nossos avós, onde se informa que o casamento ocorreu em 1853.
Exorcismos
A pesquisa genealógica frequentemente nos apresenta surpresas sobre antepassados de cuja existência jamais suspeitamos. Essas surpresas, no entanto, nem sempre são agradáveis. É verdade que ninguém deseja descobrir que um antepassado cometeu um furto ou algo mais drástico, como um homicídio ou até o suicídio, mas foi exatamente este último caso o que descobri em minha pesquisa.