Casamentos

A pesquisa genealógica costuma começar pelos documentos que estão na mão do pesquisador, normalmente sua própria certidão de nascimento, a certidão de casamento (ou óbito) de seus pais e, com um pouco de sorte, a de seus avós. Infelizmente, conforme se avança pelas gerações e os séculos, é certo que não haja mais documentos disponíveis em arquivo pessoal.

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Diferença

Dizem que o amor é cego e que o coração tem razões que a própria razão desconhece. Mas nem sempre faltam razões para explicar o que poderia ser apenas um caso de amor. A diferença de idade entre os cônjuges, embora seja tranquilamente explicável por razões afetivas, por vezes pode ter outras explicações. Vejamos um caso que extraí de minha árvore familiar.

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Fontes

Os assentos de batismo, casamento e óbito são as fontes mais frequentemente utilizadas pelo genealogista, pois eles fornecem informações de natureza diversa sobre o antepassado sob investigação:

  • Temporal: datas relativas aos principais eventos na vida dos antepassados;
  • Relacional: relações de parentesco e de afinidade (p.ex. padrinhos de batizandos);
  • Financeira: heranças, formas de tratamento que denotam o status social.

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Averbação

Os registros paroquiais costumavam ser feitos em livros separados: um para batismos, um para casamentos e um para óbitos, embora houvesse também livros mistos, contendo registros de casamentos e batismos, por exemplo.

Mesmo que pareça lógica, essa organização pode trazer complicações quando um desses livros deixa de existir. Podemos ter a sorte de localizar o assento de batismo de um antepassado, mas ter o azar de descobrir que o livro de registros de casamentos da mesma freguesia se perdeu ou foi destruído.

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