A escolha dos padrinhos não era algo trivial em Portugal nos séculos passados. O princípio geral, nos informam Queiroz e Moscatel, era de que para apadrinhar uma criança, antes do século XX, bastava ser batizado e poder comungar. Sendo assim, um menor de idade poderia se tornar padrinho de seu irmão mais novo.
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Endereço
Os assentos paroquiais nem sempre tiveram a mesma estrutura, como já informei em texto anterior sobre sua evolução desde o século XVI. Os assentos de óbito, por exemplo, já no século XVI podiam informar a data do óbito e o local de residência do falecido. Graças a essas informações, e de posse de mapas da época, podemos descobrir exata ou aproximadamente onde viviam nossos antepassados e, com muita sorte, podemos visitar o local onde viveram e conhecer as propriedades que pertenceram a eles.
Fidelidade
Um genealogista não deveria buscar méritos em diatribes políticas. Exceto, claro, quando o alvo de suas investigações teve algum envolvimento na política de sua época e – especialmente – quando o pensamento crítico desse alvo parece trazer alguma reflexão para as discussões do momento em que vive o genealogista.
Misto
Os assentos paroquiais, como já informei em outro texto, eram os meios de registro dos principais eventos da vida das pessoas – nascimento e batismo, casamento e óbito – até que tais registros passassem a ser feitos em conservatórias de registos civis, os cartórios portugueses, a partir de 1911.
Régias
Fontes ligadas ao poder central ou régias são, segundo Queiroz e Moscatel, bastante interessantes para o genealogista que busca informações sobre pessoas que detiveram cargos públicos ou pertenceram à nobreza.