Os assentos paroquiais, como já informei em outro texto, eram os meios de registro dos principais eventos da vida das pessoas – nascimento e batismo, casamento e óbito – até que tais registros passassem a ser feitos em conservatórias de registos civis, os cartórios portugueses, a partir de 1911.
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Evolução
Em texto anterior, comentei que a quantidade de informações contidas nos assentos de batismo, casamento e óbito variou ao longo dos séculos em Portugal. Como afirmam Queiroz e Moscatel, do século XVI ao século XIX, os assentos incorporaram mais informações.Leia mais »